By fe1st

“Ouça o que digo…

&

…não ouça ninguém!”

 

Andar de moto diariamente traz a a alegria de desfrutar em pequenas doses do prazer em fazer uma curva ou percorrer uma longa reta e tantas outras coisas.

Mas (sempre tem um ‘mas’ 😛 ) nem tudo é  música para os ouvidos. E é exatamente este raciocínio que quero seguir. A música sempre teve uma influencia na minha vida. E a necessidade de uma dose diária tem efeitos similares aos de pilotar.

Não quero me ater ao meu gosto musical, que é bastante peculiar, porém uma brincadeira com o que diversas canções se associam a determinada situação climática, geográfica e (a)temporal.

O post era pra tratar basicamente das intempéries, só que limitar o rodar a somente enfrentar os diferentes humores e sabores do clima seria reduzir demais as possibilidades, do rodar e do musicar!

Pra ficar mais legal, comente com uma música que te remete as duas rodas, e explique! 😀

Pois bem, comecemos com algo que é rotina na maior cidade do hemisfério, São Paulo com frio e garoa, e por que não, na escuridão, na calada noite preta?

Que também, muitas vezes esta mesma cidade é tomada de neblina!

Com o sonho de metal entre as pernas, por caminhos alagados ou não, em estradas abertas e o horizonte, azul da cor do mar, azulzinho, de onde a agua vai cair lá do céu.

Bem na “estação das águas” é onde se separa quem anda de moto por que precisa e/ou tem prazer, de quem anda no sol! hahaha

E assim, seja vento ventania ou no litoral, o tempo não para!

 

Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá…

Continuemos a rodar,  qualquer que seja a trilha, o caminho, se sozinho ou acompanhado, o importante é que emoções eu vivi! 🙂

 

P.S.1: Eu sei que o post ficou meio adolescente, mas ninguém precisa levar a vida tão a serio, afinal, ninguém sai vivo daqui mesmo! 😛

P.S.2: Google, aproveita que vou te ajudar com alguns cliques e divulga eu também! 😉

 

 

 

Sobre o autor

Fernando Ribeiro

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Por Fernando Ribeiro
By fe1st

Fernando Ribeiro

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